terça-feira, 22 de setembro de 2009

Para acabar com a barriga: trocas inteligentes no cardápio

Se você prestar atenção no que coloca no prato também dá para sentir a diferença no tamanho da barriguinha. E não estamos falando da quantidade, mas da qualidade da comida. Confira as orientações da nutricionista Ligia Henriques Ferreiro, de São Paulo, para ajudar a murchar o abdômen.

por Christina Biltoveni


1• Fique longe de bebidas com gás

que dilatam o estômago (inclusive os refrigerantes diet ou light, pois contêm adoçantes que podem provocar gases). Troque por chá verde ou branco sem conservante ou adoçante. Ricos em substâncias termogênicas e antioxidantes, eles não só ativam o metabolismo como desintoxicam e desincham. Mas evite líquidos durante a refeição. Quando você bebe enquanto come, dilui os ácidos digestivos e os alimentos demoram mais para ser digeridos, o que provoca inchaço.



2• Evite doces, pães e biscoitos feitos com farinha branca com alto índice glicêmico, viram açúcar no sangue rapidamente, favorecendo o estoque de gordura na barriga. Substitua-os pelos integrais. Ricos em fibras, com índice glicêmico baixo ou moderado, demoram mais tempo para ser transformados em açúcar no sangue - e têm vitaminas do complexo B, fundamentais para manter o intestino saudável.



3• Não abuse da carne vermelha

pois ela demora para ser digerida, ficando mais tempo no organismo e dilatando o abdômen. Prefira peixes como salmão e atum. Magrinhos, são fontes de ômega 3, ácido graxo que é antiinflamatório e combate os radicais livres.


4• Nada de embutidos como salsicha, linguiça, bacon, salame, mortadela
todos contêm muito sódio, que aumenta a retenção de líquidos e provoca inchaço. Também maneire a quantidade de sal, pois em excesso retém líquido. No lugar dele, recorra a temperos que são queimadores de gordura, como gengibre, pimenta, canela e mostarda, que são termogênicos e fazem o metabolismo colocar o pé no acelerador.



5• Atenção às fibras
Para o intestino funcionar bem, é necessário consumi-las. Mas se você não beber água suficiente para hidratá-las, ficam ressecadas e congestionam o intestino, aumentando a produção de gases e provocando cólicas. Então, combine as duas coisas: fibras e água - 2 litros por dia é uma boa medida.



Fonte: NaturalSPA e BoaForma

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Guia para entrar em forma para o verão


Corpaço de verão


Barriga de dar inveja

Para evitar o ataque fácil do acúmulo de gordura, flacidez e estrias na área, aposte em tratamentos estéticos de ponta e em cosméticos que firmam e enxugam. E defina cada músculo do abdome com exercícios potentes, elaborados pelo professor Cláudio Miraglia, da FórmulaAcademia, em Belo Horizonte


Vibrações para emagrecer
O FAMOSO POWER PLATE, plataforma vibratória comum nas boas academias de ginástica, invadiu as clínicas de beleza com o nome de Power Wrap. O tratamento promete reduzir medidas e fortalecer os músculos da barriga. Começa com uma esfoliação com sementes de uva, e a aplicação de um creme rico em ativos lipolíticos, tais como cafeína, isoflavona de soja, alcachofra e L-carnitina. “Em seguida, a barriga é envolvida com faixas elásticas umedecidas em centelha-asiática, arnica e algas, que ativam a circulação. Depois, a pessoa se exercita no Power Plate por 30 minutos e, por fim, recebe uma drenagem linfática”, diz a fisioterapeuta Flor di Santi, do Rio de Janeiro. “A redução de medidas varia de 3 a 15 centímetros por sessão, que dura uma hora e meia.” A plataforma não é indicada para gestantes, diabéticas, hipertensas e portadoras de marca-passo. NÚMERO DE SESSÕES Oito, duas por semana. PREÇO MÉDIO POR SESSÃO 120 reais.
Fonte: NaturalSPA e BoaForma

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Passos para emagrecer

passo 7: A importância da atividade física

A melhor forma de aumentar a taxa metabólica (a quantidade de calorias que gastamos para manter o corpo funcionando) é a atividade física. Quando estamos em atividade, todo o nosso organismo se beneficia. Mas não encare o exercício somente como a queima de 300 calorias, por exemplo. Ele também ativa o metabolismo por muitas horas; faz o organismo produzir endorfina, uma espécie de hormônio do prazer; reduz o stress e a ansiedade.

E olha que já está comprovado: o stress favorece a produção e o armazenamento de gordura, especialmente na região abdominal. Tem gente que sabe de tudo isso, mas, mesmo assim, morre de preguiça de levantar o bumbum da cadeira para ir malhar. Aí vão algumas dicas:



• Vá a academia, ao clube ou ao local onde se exercita com o compromisso de que, assim que sentir-se cansada, terá toda a liberdade de voltar pra casa. Acredite: em 90% das vezes você vai aguentar muito mais do que pensava e ainda vai terminar se sentindo ótima.



• Associe o exercício ao prazer. O melhor exercício é aquele de que você gosta e, mesmo sentindo-se cansada ao final do treino, não vê a hora do dia seguinte chegar para treinar de novo. Mas, antes de sair por aí dizendo que odeia todos eles, experimente, ao menos uma vez.



• Transforme o exercício físico em uma rotina como escovar os dentes. O homem não foi feito para ficar parado.



• Acredite que o exercício é um poderoso antidepressivo. A endorfina produzida durante o exercício físico alivia tensões de todos os tipos e é recomendado como poderoso auxiliar no tratamento de depressões leves.



• Não deixe que a ginástica seja uma fonte extra de stress. Esqueça a coleguinha sarada no aparelho de musculação ao lado. Você não precisa ficar igual a ela. Está malhando para sentir-se bem consigo mesma.



• Atividade física vai além da academia. Caminhe, suba escadas, não deite se puder sentar, não sente se puder ficar de pé e não fique de pé se puder andar. Procure oportunidades para estar ativa.


Se conseguir seguir um desses 7 passos, além de uma vida mais saudável estará a um passo do emagrecimento.


Fonte: NaturalSPA e BoaForma

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Passos para emagrecer

passo 6: Resolvendo problemas

Muitas de nossas idas à geladeira se dão pelas dificuldades que temos para resolver nossos problemas quotidianos. Um problema é uma situação de vida para a qual não temos uma resposta imediatamente. Conviver e resolver problemas é uma questão de aprendizado. Temos que lidar com essa situação e a ansiedade gerada por ela, mas sempre pensando que a solução está a caminho - e que não se trata de algo incontrolável.

No consultório do psicólogo, a questão é tratada de forma superlógica: para encontrar a solução, primeiro é preciso identificar o problema e, em seguida, os meios para superá-lo. A partir daí, consideram-se as diversas alternativas e escolhe-se a que parece ter maior probabilidade de sucesso. Seguindo esse processo, fica mais fácil lidar com problemas futuros.
Quando o problema está na balança, esse mesmo passo-a-passo pode ajudá-la a controlar a situação:
- Identifique e defina com clareza as suas dificuldades relativas ao peso
- Levante possíveis soluções para lidar com o problema
- Avalie as soluções e escolha uma
- Planeje e coloque em prática a solução escolhida
- Se não for o melhor caminho, reavalie e escolha outra até chegar ao resultado.

Fonte: NaturalSPA e BoaForma

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Passos para emagrecer

passo 5: Mude o seu diálogo interno

Nosso comportamento é baseado em crenças adquiridas ao longo de toda a vida. Essas crenças nos guiam automaticamente, mesmo que nem sempre sejam verdadeiras. Se estiverem distorcidas, produzem comportamentos inadequados, sentimentos idem. Traduzindo: agimos de acordo com o que dizemos a nós mesmos, em uma espécie diálogo interno.

Quem está num programa de perda de peso tem muitas chances de sofrer distorções de pensamento, e isso acontece quase sem perceber. Aceitamos as leis do nosso raciocínio quase sem questionar, por causa das tais crenças. Para você entender melhor, tente lembrar o que vem à sua cabeça quando você resolve comer 1 único brigadeiro. "Pronto, estraguei a minha dieta". Sem nem pensar, você já está lá, se recriminado e acaba resolvendo a situação da pior maneira possível: devora todo o prato de doce. Depois vem a culpa, o arrependimento, a sensação de baixa auto-estima.

Conversa inteligente
No passo 2, você aprendeu a identificar os pensamentos e as situações que a levam a comer de forma indevida. No 4, aprendeu a ganhar tempo entre a vontade e a realização dessa vontade. Agora, vai aprender a observar e a questionar seus pensamentos.

- Primeiro, identifique os pensamentos que estão lhe conduzindo à comida:
"Comi mais bolachas do que deveria. Pronto, pus tudo a perder. Agora não adianta mais."

-Questione os seus próprios julgamentos, conversando consigo mesma.
"Será que está mesmo tudo perdido? Por causa de uma ou duas bolachas a mais, depois de dias fazendo tudo certinho?"

- Agora substitua os seus pensamentos por outros mais racionais.
"Se eu parar agora, certamente o prejuízo será muito pequeno. Se é que há algum. Ingeri algumas calorias a mais, nada além disso."
E pronto. Agora é só guardar o pacote de bolachas e papo encerrado. Veja agora outros exemplos de pensamentos destruidores que ocorrem frequentemente na cabeça de quem está tentando perder peso.

-Aprenda a defender-se deles!
"Está tudo perdido." Não, senhora. Você apenas ingeriu algumas calorias a mais. Se parar agora tudo continua OK.
"Perdido por um" Não é verdade ! Um bombom a mais, ingerido sem culpa, mas com responsabilidade, tem efeitos totalmente diferentes de uma caixa inteira engolida com culpa.
"Ou faz ou não faz" Uma coisa é a responsabilidade diante de uma orientação nutricional, outra é a idéia de tudo ou nada. Não é porque saiu da dieta por um final de semana que precisa desistir para sempre.
"Quer saber? Amanhã eu começo" Esta é uma das maiores armadilhas da procrastinação. Leva à culpa e a sensação de falta de controle.

Fonte: BoaForma e NaturalSPA

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Passos para emagrecer

passo 4: Controle do impulso de comer


Controlar o impulso de comer é conseguir fazer outras coisas que não atacar a comida. Não se trata de forçar ninguém a passar fome, mas desenvolver uma capacidade de escolha. Seguir ou não o impulso? Saciar aquela vontade imediatamente ou, a médio prazo, ser magra e saudável? Não deixe que a comida controle você. É você quem precisa controlar a comida. O impulso de comer é uma reação automática, que vem sem pensar.

Quem tem compulsão alimentar, tão logo se sinta ansiosa, vai buscar na despensa uma solução automática, como fazemos quando dirigimos um carro. Realizamos trocas de marchas, aceleramos e freamos sem pensar. Para alterar esse comportamento, é preciso decompor em etapas. Você precisa pensar no que está fazendo na hora exata dos ataques de fome, e não depois, culpando-se loucamente. É preciso transformar atitudes mecânicas em atitudes conscientes. Para tanto é necessário entender as etapas do processo de autocontrole. Antes de tudo tenha paciência e perseverança, já que não é fácil desmanchar um hábito assim, arraigado. Aqui, mais importante que o resultado, é a prática do processo. Falhas e escorregões não devem ser vistos como derrotas, mas como uma oportunidade para o aprendizado. Veja o passo-a-passo:


Identifique os sinais de perigo antes que se convertam em comida


Anote as sensações, as situações, os pensamentos, se está só ou acompanhada, o dia e a hora em que essa fome aparece, o que a faz pensar em ir comer. Só de pegar o lápis e o papel em vez da bolacha, você já está adiando o ataque, além de trazer informações importantes e relações entre situações diversas e o comportamento alimentar que a pessoa desconhecia. A primeira descoberta, nem sempre tão óbvia, é que não é a fome o estopim para a comida. Ansiedade, stress, tristeza, preocupação, dificuldades interpessoais, dificuldades na resolução de problemas, pensamentos desagradáveis, pessimismo, desesperança, baixa auto-estima, preocupação com dietas, não ter nada para fazer podem estar entre as causas. Quando estiver fazendo seu diário alimentar, a primeira pergunta que deve fazer a si própria é: 'é fome o que eu sinto?'.



Tente inibir a resposta automática


Ao identificar o primeiro sinal, questione esse impulso. Tente raciocinar enquanto o processo está acontecendo. Explore os prós e contras de comer sem fome. Quais as vantagens de ceder? E os prejuízos? Que outra coisa você poderia fazer, fora comer? Se necessário, coloque alguns lembretes em locais de fácil acesso. Tudo isso para ganhar tempo e aprender a conversar consigo mesma. Em vez de dizer: 'estou ansiosa e vou comer', tente 'estou ansiosa. Como solucionar essa situação? Quais as minhas possibilidades? Muitas vezes, o simples passar do tempo faz com que o impulso de comer enfraqueça ou desapareça.
Procure alternativas Pergunte-se o que poderia fazer em vez de comer. Tente obter uma variedade enorme de respostas, para que fique fácil escolher uma delas. Essa alternativa deve ser gostosa: visitar um amigo, ir ao cinema, fazer ginástica, mexer com argila...



Selecione as alternativas


Examine a viabilidade de cada uma. "Meu amigo não estará em casa, mas quem sabe digito um trabalho no computador". Identifique os medos ou as inibições que bloqueiam alternativas promissoras. "Porque não quero caminhar se eu sei que me fará bem?" Do que estou com medo"? Questione tudo!
Coloque em prática a alternativa escolhida. Avalie os resultados. Será que a caminhada tirou mesmo a minha vontade de comer? Se não funcionou, escolha outra, até conseguir o resultado esperado.



Fonte: NaturalSPA e BoaForma

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Passos para emagrecer

passo 3: Controle do estímulo

O diário alimentar já te ajudou a identificar o que faz você comer mesmo quando não tem fome. Tem gente que come sempre que liga a tevê; ou porque não tem nada para fazer; outros exageram sempre que estão estudando para provas ou na véspera de entregar um trabalho. Agora, a idéia é tentar diminuir esses estímulos e fazer com que a alimentação seja realmente controlada pela fome. Veja como.

1. Escolha um lugar que seja usado única e exclusivamente para fazer suas refeições. Se tiver que ler ou estudar procure outro ambiente. Se estiver vendo televisão, por exemplo, e quiser uma maçã, desligue a TV, vá ao local onde você escolheu e coma a fruta lentamente.

2. Enquanto estiver comendo, não se dedique a qualquer atividade, especialmente aquelas que dão prazer. Desligue a televisão, não fale ao telefone, esqueça a revista. Ouvir música, só se não interferir na sua concentração.

3. Deixe um pouco de comida no prato. Com o tempo você vai perder o impulso de comer só porque precisa raspar o prato.

4. Estabeleça uma quantidade limite para aquela refeição. Divida em duas porções. Sirva-se da primeira e coma devagar. Só coloque a segunda no prato depois de terminar e se ainda estiver realmente com fome.

5. Evite comer diretamente do pote de doce, da travessa ou de outro recipiente. Sem colocar no prato, é difícil avaliar a quantidade e aí você continua comendo apenas porque o alimento está ali, disponível.

Fonte: BoaForma e NaturalSPA

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Passos para emagrecer

Passo 2: Monitoração do comportamento alimentar

Se você fosse fazer um determinado exame do coração, teria que permanecer de 24 a 48 horas com eletrodos no peito que, ligados a um aparelho, registrariam o comportamento do músculo cardíaco em todas as situações do seu dia. Aí, seria possível identificar quais os eventos que provocaram alterações importantes nos batimentos, por exemplo.

Para examinar o seu comportamento alimentar, o ideal seria adotar o mesmo método. Mas, como ainda não existe um aparelhinho capaz de fazer esse tipo de análise, você pode anotar de forma detalhada tudo o que comeu e em que condições. Era fome? O que sentiu ou pensou naquele momento? Quanto comeu? O que fez ou sentiu ou pensou logo depois de comer? A fome veio depois de algum acontecimento específico?

Nem todo mundo se sente à vontade para registrar essas emoções, pensamentos e sensações. Mas estudos mostram que esse simples hábito diminui em 10 a 20% o número de calorias que você está acostumada a ingerir. Além disso, permite que você conheça quais as situações que fazem com que você coma demais, ou seja, o que é que leva você a atacar a geladeira mesmo quando não tem fome.

A monitoração é, então, uma forma de autoconhecimento. Dá para reparar, por exemplo, em alguns hábitos que, de tão automáticos, passavam despercebidos. Por exemplo, que toda vez que você senta à frente do computador, saca aquele chocolatinho guardado na gaveta...

Anote tudo
Data
Hora
O que estava acontecendo?
O que pensavaou sentia
Era fome?
O que fez depois?

Agora é a sua vez. Marque suas experiências seguindo este modelo.

Fonte: BoaForma e NaturalSPA

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Passos para emagrecer

Passo 1: Comer lentamente

Comer muito depressa é uma das características mais delicadas do comportamento alimentar de quem quer emagrecer. Você sabia que quando ingerimos a comida devagar nos sentimos saciados com menos alimento? É que o cérebro leva cerca de 20 minutos para mandar embora a sensação de fome, não importa o quanto você tenha comido. Para diminuir a velocidade, considere as dicas a seguir:

1. Coloque pequenas quantidades de alimento no garfo. Deposite os talheres na borda do prato enquanto mastiga devagar.

2. Não coloque outro alimento na boca antes de engolir o primeiro bocado.

3. Saboreie o alimento. Quanto mais tempo a comida permanece em contato com as papilas gustativas (pequenas estruturas responsáveis pela percepção do gosto da comida), maior a sensação de prazer.

4. Use os cinco sentidos. Sinta o cheiro, o paladar, a textura e a temperatura do alimento. Esforce-se para diferenciar os ingredientes.

5. Faça uma pausa maior a cada 3 ou 4 garfadas. Preste atenção na sensação progressiva de saciedade que vai surgindo, perceba que a fome está indo embora.

6.Esqueça a regra de limpar o prato. Só coma enquanto estiver com fome e não porque ainda há comida servida.

7. Comece sua refeição pela salada, e faça desta etapa da refeição a mais tranqüila, apreciando cada garfada, sem pressa de chegar ao prato principal.
Se lhe parece difícil estabelecer o controle, é possível investir em treinamentos. Veja estes exemplos.

Treino 1 Escolha uma fruta de sua preferência e conte o tempo que demora para ingeri-la. No dia seguinte tente aumentar esse tempo: use garfo e faca, dê uma pausa entre os pedaços, mastigue mais. E vá tentando aumentar o tempo, dia após dia. Quanto mais devagar, menos você vai precisar comer para saciar sua fome.

Treino 2 Este exercício vai ajudá-la a sentir a diferença entre a fome de verdade e a vontade de comer provocada pela ansiedade. Escolha um dia tranqüilo para tomar um café da manhã como de costume. Aí, não coma mais nada, até que a sensação de fome comece a aparecer (em geral, de cinco a seis horas depois). O estômago contrai, vem uma leve fraqueza. Então, comece a se alimentar, mastigando cada bocado de vinte a vinte e cinco vezes, bem devagar. Faça pequenas pausas a cada dois minutos. Aí, preste atenção como a sensação de fome vai sumindo. Isso é que é a saciedade!

Fonte: BoaForma e NaturalSPA

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Efeito platô: quando o ponteiro da balança emperra


Chega uma hora em que todos os esforços para emagrecer são em vão. É nesse momento que a luta contra os quilinhos indesejáveis se torna mais acirrada. Conheça duas armas infalíveis para combater o efeito platô, o maior vilão de todas as dietas. E também truques espertos, que vão ajudar nessa guerra.
por Carlos Amoedo

Preparada para a luta? Na guerra contra a gordura teimosa (e tão valente quanto você), não vai ter moleza. O inimigo é tinhoso e poderoso. A tentação da cervejinha do sábado? A indisposição de sair de casa e encarar a academia em uma noite fria? Não! O grande vilão na luta para perder peso é o seu próprio corpo. Às vezes, ele faz de tudo para dificultar seu sucesso. E, quando você estiver próxima de vencer a batalha, o danado pode sacar sua mais potente arma: o efeito platô. Por mais que você siga todas as regras para emagrecer, testadas e aprovadas pela ciência, em um determinado momento seu peso pode se estabilizar. Não adianta diminuir ainda mais o prato pois seu organismo aprendeu a viver bem com as calorias fornecidas no período da dieta e armazenou gordura suficiente para mantê-lo funcionando. Também não vale malhar em dobro. “Os estudos mostram que o platô pode acontecer em vários momentos durante o processo de emagrecimento”, diz Márcio Mancini, endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para os Estudos da Obesidade.A saída para enfrentar cada episódio é criar uma estratégia diferente a fim de ludibriar o organismo. Nessa luta, vale jogar com algumas armas, combinadas ou não, como dieta, exercício e até medicamentos na tentativa de vencer a resistência do corpo ao emagrecimento. Por isso, é necessário que o processo seja bem orientado por um especialista. Uma das causas do problema é a genética implacável que nos programou para enfrentar a fome. O lado bom da história é que você nunca corre o risco de cair dura logo de cara, caso fique perdida em uma ilha deserta, sem nada para comer. “Ao longo da história, houve mais falta do que abundância de alimentos. Assim, nosso organismo aprendeu a estocar gordura ao perceber que a oferta de calorias é escassa”, diz Thiago Volpi.
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Hormônio que engorda
Nesse boicote corporal contra a perda de peso existem vários hormônios que atuam sobre o metabolismo (processo da transformação das calorias em energia) e que defendem bravamente o organismo das privações. O principal deles é a leptina, produzida principalmente pelo tecido gorduroso. Como ela tem o poder de estimular no cérebro a sensação de saciedade, compromete o resultado da dieta caso deixe de atuar. Com a redução dos estoques de gordura e, consequentemente, com a baixa produção de leptina, capaz de interromper a comilança, a tendência é que você esteja sempre disposta a atacar brigadeiros, trufas e afi ns. Resultado: além de não emagrecer mais, pode recuperar os quilos perdidos. “O corpo sabe como in- terromper a queima de gordura e não faz nada para impedir o armazenamento da mesma”, diz Thiago Volpi. Como vencer esse desafi o? Persistindo na dieta. Com o tempo, o organismo se acostuma com os níveis de leptina mais baixos e volta a dar sinais de saciedade mesmo que você coma moderadamente.
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Para turbinar a malhação
O exercício também anda conspirando e não faz mais maravilhas pelo seu corpo? Você se acostumou ao estímulo a que vinha sendo submetida. O lado bom é que seus músculos responderam bem à malhação e pedem mais carga. O ponto negativo é que, se você não mudar o programa, os resultados param por aí. “O corpo se acostuma a qualquer tipo de movimento ou estímulo, por mais que você se esforce. Assim, é necessário criar alternativas para que a atividade física continue provocando mudanças positivas no seu visual”, diz Gustavo Pasqualotto, personal trainer da Performance com Saúde. Isso não signifi ca, necessariamente, trocar a musculação pela localizada ou aposentar a esteira e aderir ao body combat. Às vezes, basta fazer mudanças sutis naquele exercício (ou treino) que você tanto gosta. “Diminuir o tempo de descanso entre as séries, aumentar o peso, intercalar um exercício de pernas com uma sequência para costas ou, ainda, aumentar a inclinação da esteira. Na verdade, qualquer alteração ajuda a estimular o organismo”, diz Guilherme Arnone, professor de musculação da academia Cia. Athletica, em São Paulo.

Fonte: BoaForma e NaturalSPA

segunda-feira, 6 de julho de 2009

8 motivos para você começar a malhar

O frio derruba qualquer tentativa de acordar mais cedo para praticar exercícios. Que tal ver o lado bom das coisas? Malhação no inverno traz muito mais benefícios

Bem-estar
Quando você pratica exercícios, a mudança de comportamento pode ser notada de imediato; o bom humor triplica e você sorri mais. Este estado de bem-estar traz inúmeros benéficios para sua saúde e também para o seu emocional. Por isso, drible esse frio, saia debaixo das cobertas e vá malhar. "A atividade física faz com que o organismo libere endorfinas, relacionadas à sensação de bem-estar que também são responsáveis pela redução da ansiedade e do estresse", afirma consultora de fitness da Contours, Fabianna Queiroz.

Um tempo só seu
Ninguém discorda que para sobreviver nos dias de hoje, não basta ser mulher, e sim Super-Mulher. São tantas responsabilidades que às vezes acabamos esquecendo das nossas necessidades. Separe pelo menos meia-hora do seu dia para praticar exercícios e durante ela, concentre-se na sua vida, no que você precisa fazer, no que você realmente quer... Esse contato com o seu 'eu' é uma forma de autoconhecimento e acredite, é neste tempo que podem surgir as melhores idéias ou até mesmo soluções para problemas do dia a dia.

Conhecer gente nova
Se você é do tipo mais agitada, gosta de conversar e leva uma vida social agitada, este é o melhor momento para se matricular na academia. Lá, além de malhar, você vai conhecer pessoas, interagir e se divertir. Malhar não vai ser apenas uma 'obrigação'.
Dica:Nesta época, as academias fazem diversas promoções para atrair mais clientes. Aproveite e economize!

Emagrecer
Perder peso é o atrativo mundial que leva as pessoas a malharem. Você ainda tem dúvidas de que seu corpo expulsa gordurinhas quando você malha?
Dica: Dê uma passada no shopping ou em loja de esportes e invista no visual fitness. Toda mulher adora roupas novas, e com elas, não há desculpa para sabotar os exercício!
Contagem regressiva para o verão
Contagem regressiva para o verão! Você tem cerca de 6 meses para conquistar aquele corpão antes de enfrentar o biquíni. É tempo suficente para afinar a cintura, modelar o bumbum e tonificar as coxas. Por tanto, esqueça o hábito de começar a frenquentar a academia só a partir de setembro. A hora é agora!

No frio, queimamos mais caloria
"O treinamento é mais vantajoso no inverno do que no verão por causa da reação do organismo. Para manter o corpo aquecido, o metabolismo trabalha de forma acelerada, e assim, queima mais calorias", afirma a consultora de fitness da Contours, Fabianna Queiroz. Quer motivos melhor para mexer esses músculos? Você malha a mesma coisa e emagrace mais!

A gula não vira um pecado
Mesmo que seu objetivo não seja emagrecer, provavelmente também não deve ser engordar, certo? Se você pertence a maioria das pessoas que adora comer e acaba passando dos limites no inverno, aderir a algum exercício é uma ótima idéia: você está liberada para aquele fondue com vinho ou outras delicias (mas tudo com moderação, hein?!)

O ar livre te espera
Já experimentou sair do trabalho e fazer uma caminhada no parque? É uma ótima pedida, pois você se distrai com o movimento e nem percebe o tempo passar. Fora que, neste tempinho, você não sua tanto como no verão e escapa daquele incômodo de ficar totalmente acabada depois da malhação.
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Fonte: MdeMulher e NaturalSPA

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Os benefícios da drenagem linfática

Mulher tem mania de achar que para ficar mais bonita precisa sofrer: injeção, bisturi, choque. Mas saiba que com uma massagem gostosa e relaxante é possível diminuir a retenção de líquidos do corpo e eliminar toxinas.

O que é: Um tipo de massagem que drena líquidos acumulados nos membros inferiores, principalmente das pernas. Esses líquidos contribuem para o aumento da celulite e do inchaço.

Como é: As manobras são suaves, delicadas, gostosas até. Gânglios localizados na virilha, axilas e pernas são bombeados para que as toxinas e a água acumulada saiam com facilidade.

Para que serve: Alivia o peso de pernas e pés e trata e previne aquele aspecto ondulado da celulite. Também é utilizada para combater o inchaço que rola depois de uma cirurgia plástica.

Número de sessões: No início, costuma-se sugerir duas vezes por semana. Mas, se puder, vale adotar para a vida toda: uma sessão por semana ou a cada quinze dias.

Antes de sair por aí fazendo tratamento estético, é importante contar com a avaliação e a prescrição de um médico. Ele pode indicar o melhor profissional. Conhecer o trajeto dos vasos linfáticos, a localização exata dos gânglios - tudo isso requer formação específica. Se quer ver resultado, melhor confiar a tarefa a um fisioterapeuta.

Tem gente que procura os benefícios da drenagem achando que vai perder alguns quilinhos. Mas é bom saber que as mãos dos profissionais não fazem milagre. Drenagem não é dieta. É eliminação de líquidos. Quem precisa perder peso deve adotar uma alimentação saudável e se exercitar com frequência.

fonte: MdeMulher e NaturalSPA

segunda-feira, 22 de junho de 2009

5 dicas para combater o estresse

1. Cuidado com os pés
Bateu perna o dia todo? Pense nos escalda-pés para descansar e reduzir inchaços. Eles relaxam, melhoram a circulação sanguínea e deixam os pés mais suaves. Você só precisa de um lugar confortável para se sentar e uma bacia com água morna para mergulhar os pés. Em apenas dez minutos já dá para relaxar. Colocar essências na água também ajuda. "Tea Tree, por exemplo, funciona como bactericida, lavanda e acalma os mais estressados. E hortelã refresca pés cansados", explica Luiz Fernando Pires Duran, especialista em massoterapia e estética corporal da clínica terapêutica Harmonya, no Rio de Janeiro.

2. Meditação
Meditar é uma maneira de escapar do turbilhão de pensamentos que enche a nossa cabeça e que parece nos cansar mais do que uma corrida de dez quilômetros. Há centenas de jeitos de fazer isso. Uma meditação para iniciantes: tranque-se num ambiente silencioso, sente-se com a coluna ereta e preste atenção à respiração, tentando limpar a mente. E limpar a mente nada mais é do que deixar os pensamentos passarem sem se prender a eles. Parece fácil, mas não é. "Comece com dez a quinze minutos. Aos poucos, você pode aumentar o tempo de prática, até atingir quarenta minutos", ensina o reumatologista e acupunturista Aderson Moreira da Rocha, presidente da Associação Brasileira de Ayurveda (Abra).


3. Exercícios para alongar o corpo
Passar o dia todo com o bumbum pregado na cadeira pode provocar um enorme cansaço. "A circulação fica mais lenta, o que gera fadiga muscular", explica Robson Batista, fisioterapeuta e professor de educação física da Fórmula Academia, em São Paulo. Para "acordar" o corpo, alongue: alinhe os pés e mantenha a postura ereta; contraia o abdômen, estenda os braços para o alto e entrelace os dedos. Aí, é só espreguiçar em direção ao céu.


4. Medicina alternativa
O olfato pode nos afetar de diversas maneiras. Muitas vezes nos transportamos para outro lugar por causa de um cheiro que nos remete a alguma situação que ficou gravada na memória olfativa. Pesquisas mostram que as medicinas alternativas e complementares, como a aromaterapia, podem ser benéficas para casos de depressão leve e ansiedade. O uso de fragrâncias e óleos essenciais aliado a massagens pode prevenir doenças, infecções e indisposições. Alguns deles são considerados tradicionalmente energizantes, como o de alecrim e o de canela, outros, relaxantes, como os de capim-limão, lavanda e de jasmim. "O ideal é misturá-los num óleo de massagem como o óleo de amêndoas ou de semente de uvas antes de aplicar na pele", explica o clínico geral, acupunturista e especialista em medicina chinesa Alex Botsaris, do Rio de Janeiro.

5. Massagem terapêutica
Estresse e dor de cabeça têm tudo a ver. Quando você fica tensa, os músculos também ficam - e aí vem o incômodo que pode acabar com o melhor dos seus dias. Massagear a região temporal não é só um reflexo. Pressionar a região de fato ajuda a aliviar o problema. "A pressão, os movimentos rotatórios e até uns pequenos beliscões relaxam o local e não deixam que os impulsos de dor se espalhem", explica o acupunturista Alex Botsaris, autor do livro Medicina Complementar (Editora Nova Era).



Fonte: MdeMulher e NaturalSPA

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Perigos dos Suplementos

O alerta partiu do renomado Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Lá, depois de receber inúmeras denúncias, uma equipe de pesquisadoras resolveu tirar a limpo a suspeita sobre suplementos vendidos a quem treina musculação. Foram analisados 111 produtos apreendidos em academias de ginástica paulistas pelo serviço de vigilância sanitária local. Ninguém divulgou as marcas, mas sabe-se que seis eram nacionais, dez eram fabricadas no exterior e 95 nem sequer apresentavam no rótulo o país de procedência.

O resultado da investigação foi bombástico: “Cerca de 25% dos suplementos tinham esteroides, substâncias derivadas do hormônio masculino e usadas para aumentar a massa muscular”, conta a farmacêutica Blanca Elena Ortega Markman, uma das pesquisadoras do Adolfo Lutz.

A desconfiança de que os suplementos alimentares podem conter substâncias prejudiciais não declaradas na embalagem vem de longa data. Outra pesquisa, esta realizada pelo Comitê Olímpico Internacional, o COI, em 2001, com marcas provenientes de 215 fabricantes de 31 países, revelou que, das 634 fórmulas avaliadas, 94 continham substâncias que não apareciam no rótulo e que dariam um resultado positivo no teste de dopping. “Nos últimos anos, muitas publicações internacionais vêm alertando sobre a presença de drogas de uso controlado, como estimulantes e anabolizantes, em produtos comercializados como simples suplementos nutricionais”, conta Blanca.
Como era de esperar, os resultados recentes obtidos no Adolfo Lutz levaram a polêmica, aquecida há tempos, a ponto de fervura. O nutrólogo Euclésio Bragança, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais, saiu em defesa dos produtos nacionais. “As amostras contaminadas devem estar entre aquelas de procedência indefinida”, brada. “Os produtos vendidos em estabelecimentos sérios no Brasil têm registro na Agencia Nacional de Vigilância Sanitária e, por isso, passam por uma rígida avaliação”, garante Bragança. De fato, sem saber o nome das marcas, fica difícil ao consumidor separar o joio do trigo — ou melhor, suplemento de anabolizante.

Usar única e exclusivamente produtos com o aval da Anvisa é, sem a menor sombra de dúvida, a maneira segura de se esquivar da armadilha dos anabolizantes. E, claro, isso não significa que só porque os suplementos alimentares têm a aprovação dessa agência dá para tomá-los por conta própria. “É fundamental que sempre haja a indicação de um especialista, seja em medicina do esporte, em nutrologia, seja em nutrição”, afirma o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente eleito da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. Até porque aqueles produtos sem anabolizantes também apresentam seus senões.

“Quem faz uso de suplementos à base de aminoácidos e proteínas precisa estar com os rins e o fígado trabalhando em perfeitas condições ou terá problemas nesses órgãos”, exemplifica Lazzoli. Pelo mesmo motivo, o acompanhamento é indispensável: até mesmo rins normais às vezes reagem mal se são obrigados a filtrar um excesso de moléculas proteicas. “Já os diabéticos precisam ser bem orientados em relação aos carboidratos”, complementa. A médica do esporte Renata Castro, do Instituto Nasciolnal de Traumatologia e Ortopedia, complementa: “Há também o risco da hipervitaminose”. Em outras palavras, certas vitaminas além da conta causam intoxicações.

Malhação turbinada
Esqueça as propagandas enganosas. Ninguém vai ficar magro ou com músculos de mister Universo por causa de qualquer suplemento alimentar — sem os perigosos anabolizantes, bem entendido. Mas, bem indicados, ao fornecer determinados nutrientes, eles podem, sim, melhorar o desempenho de quem pratica atividade física. “Os produtos ricos em proteínas auxiliam no desenvolvimento muscular”, diz a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. “Já a reposição de carboidratos é fundamental antes e durante exercícios de longa duração”, acrescenta Lazzoli. É claro: nenhum suplemento substitui a boa alimentação. Aliás, alguns especialistas defendem a tese de que, quando o menu é equilibrado, esses produtos são totalmente desnecessários — pesando apenas no bolso e arriscando o bom funcionamento dos rins, por exemplo, à toa. “Eles só são recomendados quando há de fato uma deficiência na dieta diagnosticada por um especialista”, frisa Renata Castro, que também é da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Esporte.

Fonte: Saude

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Quando a fome nunca passa...

Se você vive com a sensação de estômago vazio – mesmo minutos depois de ter levantado da mesa –, fique esperta. Pode ser a Síndrome da Fome Oculta (SFO), um mal que faz a gente comer muito e nunca ficar satisfeita. Resultado: emagrecer fica cada vez mais difícil
por Shâmia Salem


Uma em cada quatro pessoas sofre da Síndrome da Fome Oculta (SFO), segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). E o fato de ela ser classificada como “oculta” tem justificativa: devido ao baixo consumo ou mau aproveitamento dos nutrientes pelo organismo, a SFO vai minando a beleza e a saúde aos poucos, sem fazer grande alarde. Na maioria dos casos, a vítima só começa a desconfiar que alguma coisa está errada quando os estragos já são visíveis. Os mais comuns são: pele opaca e sem vida, devido à má oxigenação do sangue; predisposição a rugas e flacidez, ocasionadas por alterações na formação de colágeno; cabelo sem brilho e em queda livre; e unhas manchadas e quebradiças pela ausência de vitaminas e minerais em geral. “Também é comum a mulher se queixar de cansaço, fraqueza, palpitação, cãibras, dores musculares, diminuição da concentração e sangramento vaginal”, afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Em meio a esse desequilíbrio todo, a saciedade acaba prejudicada e a fome vai se tornando cada vez mais constante. Tudo porque o organismo, espertinho, envia um pedido de socorro ao cérebro dizendo que precisa de vitaminas e minerais para recuperar o equilíbrio. O cérebro mais do que depressa manda um sinal de fome para que você coma e, com isso, dê ao organismo os tais nutrientes de que ele precisa. Diante desse alerta, é comum a gente partir para itens que matem a fome a jato, caso dos carboidratos refinados, que, apesar de digeridos mais rapidamente, são pobres em nutrientes. Por isso, não demora para que o cérebro envie outros sinais de fome, fazendo comer de novo e de novo, num ciclo vicioso. Mesmo causando tanta confusão, a SFO não é classificada como doença. “Ela é uma denominação para a condição de quem tem carência de nutrientes”, diz a nutricionista Anita Sachs, professora da disciplina de nutrição do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal Paulista.

Foto: Dárcio Tuták.
Fonte: Boaforma

sexta-feira, 5 de junho de 2009

8 motivos para você beber mais água

Ela é sinônimo de vida – não é à toa que uma das grandes preocupações do momento é a preservação desse líquido cada dia mais precioso. Economizar água é palavra de ordem da nossa era. Só não vale para um caso: hidratar seu corpo. Esta reportagem vai convencê-la a virar mais um copo já!
A Terra é conhecida como planeta água, tamanha a quantidade desse recurso natural, que ocupa cerca de 70% da sua área. O incrível é que nós também somos formadas por esse líquido na mesma proporção. “A água tem muitas funções no organismo, como manter nossa temperatura e irrigar tecidos”, diz a nutricionista paulistana Luciana Setaro, mestre em nutrição pela Universidade de São Paulo e doutoranda em ciência dos alimentos. Um tecido bem irrigado significa, na prática, pele e cabelo maravilhosos. Para ajudá-la a manter a corpo e a saúde em dia, destacamos oito motivos que fazem da água uma das suas melhores amigas. Veja nas próximas páginas e refresque-se!

1 - facilita a digestão
A água ajuda na formação de enzimas (substâncias que facilitam as reações químicas no organismo) e também da saliva e do suco gástrico, que atuam na digestão.

2 - combate o inchaço
Sem uma hidratação adequada, o volume de sangue diminui. Assim, as vitaminas e os minerais que ele carrega demoram mais tempo para chegar às células e, conseqüentemente, na pele e nas extremidades como cabelo e unhas. Por outro lado, bem hidratada, sua pele fica bonita e seu cabelo e unhas fortes. Além disso, com uma boa irrigação, o organismo não retém sódio – responsável pelo inchaço.

3 - reduz infecções
Ao se manter hidratada, você assegura que seu corpo será bem nutrido pelo sangue. É ele também que transporta minerais, como o ferro – importante para fortalecer as defesas do organismo.

4 - regula a temperatura
Por meio da transpiração, a água evita que o organismo entre em colapso com alterações bruscas de temperatura e faz com que ele se adapte ao ambiente.

5 - turbina a performance na malhação
O melhor desempenho em atividades físicas ocorre porque as fibras musculares “ficam azeitadas”, deslizando com mais facilidade, o que reduz o risco de cãibras e de contusões.

6 - desintoxica e previne a celulite
Grande parte das toxinas é expulsa do nosso organismo por meio da urina e do suor. Por dia, eliminamos 1 litro e meio de urina e o equivalente a um copo de água na transpiração. Se não houver hidratação suficiente, esse processo – e a sua saúde! – fica comprometido. A água amolece as fezes, facilitando a eliminação delas. Todo esse conjunto, aliado à melhora na circulação sanguínea, acaba prevenindo o aparecimento de celulite.

7 - ajuda a emagrecer
Isso acontece principalmente quando ela é consumida junto com fibras solúveis, encontradas, por exemplo, nas frutas e na aveia. Em contato com a água, as fibras incham como uma esponja e dão sensação de saciedade. A água também pode “enganar” temporariamente o estômago com sua presença, mas, como ela não sofre digestão e absorção, essa sensação passa rapidamente e a fome reaparece.

8 - melhora a absorção dos nutrientes
Vale lembrar que é o sangue que carrega a glicose e outros nutrientes para as células, alimentando-as. E só uma hidratação adequada garante o volume ideal de sangue para transportar os nutrientes. Além disso, para serem absorvidos, eles precisam da água. É o caso das vitaminas C e do complexo B, que reforçam nossas defesas.

Fonte: boaforma

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Exercite-se e acabe com a dor nas costas

Conheça e pratique os exercícios físicos ideais para dar fim ao problema


por: Thais Szego, design Eder Redder e fotos Eduardo Svezia

Essa foi a conclusão de uma equipe do Departamento de Cirurgia Ortopédica da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, depois de examinar 20 artigos científicos sobre o assunto. Baseada nessa análise minuciosa, a recomendação dos pesquisadores é simples: fazer exercícios localizados de duas a três vezes por semana é o suficiente para dar um basta às crises dolorosas, que, sem exageros, lotam os consultórios médicos — elas só perdem para as dores de cabeça, que estão em primeiro lugar nesse ranking inglório. “Esse tipo de exercício reforça músculos do abdômen e das costas que funcionam como suporte para a coluna”, explica o ortopedista Ricardo Cury, da Santa casa de Misericódia de São São Paulo. Alongar-se também é importante. Isso porque trata-se de uma maneira de promover o estiramento das fibras musculares, aumentando a sua flexibilidade. Com isso em vista, preparamos uma série especial que engloba abdominais e alongamentos para prevenir essa baita amolação. E o melhor: dá para realizála em casa. Faça os movimentos no seu ritmo e, se sentir qualquer incômodo, pare imediatamente e procure um especialista. “Quem já está com dor ou tem algum problema de coluna deve consultar o médico antes de iniciar qualquer atividade física”, aconselha o ortopedista Flavio Murachovsky, do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. “Mas o ideal é que todos aprendam a fazer os exercícios com a orientação de um profissional, que também pode sugerir outros movimentos”, acrescenta a fisioterapeuta Aline Almeida Centini, do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Se eles forem feitos da maneira errada, podem até mesmo piorar o quadro.”


Fonte: saude.abril

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Dicas e receitas de sopas para emagrecer no inverno

Inverno não precisa ser sinal de quilinhos extras. Para fugir dos excessos, especialistas sugerem investir na sopa. “Ela contribui de forma significativa para a satisfação das nossas necessidades diárias de água, vitaminas, minerais, fibras e proteínas”, afirma a nutricionista Daniella Carmargo.
Se a intenção é, além de não engordar, perder peso, deve-se estar atenta aos acompanhamentos como pães e bacon, que colocam qualquer dieta em risco. “Se feita com legumes, verduras, leguminosas e proteínas magras, a sopa substitui uma refeição completa”, afirma Daniela. Confira algumas sugestões de receitas elaboradas pela nutricionista:


Sopa de cenoura com gengibre – Refogue meia cebola em uma colher de margarina light derretida. Acrescente duas cenouras cortadas em rodelas e duas xícaras de leite desnatado e aqueça em fogo baixo por 15 minutos ou até que as cenouras estejam macias. Transfira para o liquidificador e bata até obter um purê. Tempere com sal a gosto e uma pitada de gengibre fresco ralado. Sirva com uma colher de sopa de frango desfiado.


Sopa de abobrinha com queijo light - Doure meia cebola pequena e um dente de alho. Acrescente à frigideira um talo de alho-poro e refogue. Junte uma abobrinha picada e acrescente meio litro de água. Depois de cozidos e resfriados, bata-os no liquidificador até ficar cremoso. Dissolva uma colher de sobremesa de amido de milho em 100 ml de leite desnatado, acrescente ao creme e aqueça até engrossar. Tempere com sal a gosto e sirva com 100 gramas de queijo branco.


Sopa creme de brócolis - Refogue em uma panela meia cebola e um dente de alho. Acrescente três flores de brócolis cozido e bata no liquidificador com meio litro de água. Dissolva uma colher de farinha de trigo em 100 ml de leite desnatado, incorpore à sopa e aqueça até engrossa. Sirva com uma colher de carne moída ou uma fatia de salmão.


Sopa de Beterraba – Refogue duas beterrabas grandes picadas com alho e cebola. Bata no liquidificador e, em seguida, leve de volta ao fogo acrescentando uma colher de amido de milho dissolvido em um copo de leite desnatado. Depois de engrossar, tempere com sal e louro. Sirva com uma colher de sopa de iogurte desnatado.


Fonte: Abril

terça-feira, 2 de junho de 2009

Por que mulheres normais ficam loucas com a alimentação

Selecionamos quatro casos e ouvimos especialistas sobre essa neurose tão feminina – e o que fazer para se livrar dela
Por - Deise Garcia

Quem não viveu, pelo menos em algum momento da vida, uma relação de amor, ódio e alguma esquisitice com a alimentação? Não, não estamos falando dos pecados da gula, mas da fome emocional. Nem sempre ela está associada ao excesso de comida; muitas vezes pode se manifestar pela rigidez na escolha do menu ou pela escassez no prato. O fato é que, para manter o equilíbrio de corpo e mente, não existe prato pronto. “Mas, se reconhecermos a causa do desconforto, poderemos amenizar os sintomas”, explica Maria Aparecida Neves, psicóloga com especialização em transtornos alimentares, psicologia do esporte e florais de Bach. Uma das armas mais valiosas contra os deslizes alimentares é o autoconhecimento. “Quando investimos nele, ficamos mais seguras e passamos a fazer escolhas mais sensatas”, explica Laila Pincelli, psicóloga da Clínica da Mulher e especialista em terapia familiar. As duas terapeutas, de São Paulo, comentam o que está em jogo nas diversas neuroses que vão à mesa.

Neurótica por dieta
"Nem sei dizer quantas dietas já experimentei. Basta uma amiga emagrecer rápido e logo quero copiar o que ela fez. Meus pais e meu namorado dizem que eu não preciso, mas temo voltar a ser gordinha, como na adolescência. A preocupação deles faz sentido, eu já desmaiei duas vezes por causa de regimes radicais. Hoje, mantenho distância das “novidades” muito restritivas ou milagrosas, mas procuro sempre melhorar meu corpo. Desde os 15 anos, brigo com o peso – emagreci 10 quilos, recuperei 15, perdi mais 20. Vivo controlando a compulsão quando estou triste ou estressada, e não é nada fácil. Se escorrego, apelo para a lei da compensação: tomei sorvete à tarde? Tchau, jantar."CAMILA MATOS, 26 ANOS, JORNALISTA, DE SÃO PAULO

Palavra de especialista
Toda gordinha ou exgordinha morre de medo da balança. Investir em regimes drásticos pode até trazer resultados imediatos, mas não duradouros. Aí você entra na roda-viva de novo. Para quem já emagreceu, como a Camila, o que importa é atualizar a autoimagem, resgatando a confiança em si mesma. Quem não se enxerga na “nova embalagem” embarca na repetição de situações (dietas que não funcionam) e se prejudica.

Alerta
Cardápios radicais desencadeiam alterações metabólicas, gastrointestinais e cardiovasculares. No aspecto emocional, podem acionar transtornos como anorexia e bulimia. Experimente: pedir ajuda profissional para achar uma dieta que se adapte a você, e não o contrário. Tente aceitar-se mais e cobrar-se menos.

Doida por cigarro e café
"Começo o dia fumando e bebendo meu cafezinho. Eles me acalmam e ao mesmo tempo me deixam alerta para trabalhar. Como médica, sei que isso é prejudicial. Em casa, só fumo na varanda, pois quero preservar meus filhos. No trabalho, apelo para enxaguatório bucal e chiclete para que os pacientes não percebam. Até cortei o cabelo bem curto porque assim o cheiro do cigarro fica mais discreto. Apesar do péssimo hábito, cuido da alimentação. Faço escolhas saudáveis para manter o peso e uma boa imagem nas consultas, pois atendo muitos casos de obesidade. Detesto junk food e não sou chegada em doces – cigarro e café em excesso alteram o paladar, o açúcar perde todo o encanto! Há alguns anos, descobri um nódulo nas cordas vocais e me apavorei. Era benigno. Tentei parar de fumar e não deu certo. Comecei a ter dificuldades respiratórias, dor no peito, mal-estar. Tive que voltar! MARIA*, 49 ANOS, ENDOCRINOLOGISTA, DE SÃO PAULO"

Palavra de especialista
Abandonar vícios exige tempo, dedicação e paciência. Mas, aqui, o que se vê é alguém em conflito: sabe que se prejudica, mas não consegue mudar. Ela é movida pela falta de fé em si mesma, pelo descaso, em geral associado à baixa autoestima. No entanto, quem consegue montar tantas estratégias para camuflar o vício tem, sim, condições de vencer o inimigo. Nem sempre é uma questão de força de vontade. Muitos dependentes de tabaco necessitam de tratamento médico e devem buscá-lo.

Alerta
A combinação explosiva poderá, a médio ou longo prazo, provocar insônia, taquicardia, problemas de pressão. Sem contar os tipos de câncer associados ao tabagismo. Experimente: praticar um esporte. Ele garante bem-estar e disposição de verdade. Tudo o que a dupla cigarro e café parece oferecer, mas que é falso.

* Nome trocado a pedido da entrevistada

Maluca por bobagens
"As “porcarias” me acompanham desde os 16 anos e nunca tive problemas de saúde nem engordei. Apesar de saber dos perigos de uma dieta assim, simplesmente adoro almoçar pizza, hambúrguer ou matar a fominha da tarde com petiscos, bolachas, doces... Às vezes, me sinto culpada, como quando troco o leite pelo refrigerante no café-da-manhã. Então, para compensar, em alguns dias me alimento direitinho. Também entrei para uma academia de kung fu porque malhar faz bem à saúde. Minha família, meu marido e minhas amigas já desistiram de falar sobre o assunto porque eles entenderam que não adianta. Não quero mudar. Sou feliz assim. "DANIELA TAVARES, 30 ANOS, COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO E MARKETING, DE SÃO PAULO

Palavra de especialista
Essa atitude revela um certo ar de superioridade diante de riscos evidentes, como se alguém tivesse o privilégio de ser intocável. “O relato mostra que ela não tem controle sobre os impulsos nem consciência da realidade. Isso indica que houve uma falha no aprendizado de vida dela. A criança é treinada para, na idade adulta, ter gestão eficiente de tudo o que a cerca, inclusive da própria alimentação”, diz Aparecida. “A autoestima elevada demais está baseada numa ilusão, como a de invulnerabilidade, e impede que a pessoa reconheça limites”, conclui.

Alerta
Inúmeros estudos comprovam que a má alimentação está ligada a problemas de saúde, incluindo o câncer de estômago e de intestino. Todo abuso tem consequências, mesmo que elas não sejam imediatamente visíveis para pessoas que estão desconectadas do seu corpo e da sua saúde. Experimente: colocar alguns alimentos nutritivos no cardápio, como iogurte e frutas. Trocar frituras por assados fará grande diferença.

Fanática por saúde
"Hoje sou uma vegetariana light, mas já fui bem xiita. Durante anos, não comi nada de origem animal nem com agrotóxicos ou que provocasse dano ao planeta (gerasse fumaça por exemplo). Enfim, meu cardápio era restritíssimo. Por ironia do destino, me apaixonei por João. Ele trabalha em uma empresa que comercializa carnes e embutidos – tudo o que eu mais condenava. Percebi que perderia uma chance de ser feliz com ele se continuasse tão rígida. Permaneço adepta dos orgânicos e não consumo carne vermelha, mas abri passagem para peixe; leite e queijo, só de soja. Ele também aprendeu a usar ervas no lugar de sal e a gostar de bolos integrais. Embora eu nunca tenha tido problemas de saúde por causa da alimentação natural, confesso que meu humor melhorou. Parei de julgar os outros. Amo alguém que come churrasco!ANA CLAUDIA MARTINS, 34 ANOS, EMPRESÁRIA , DE SÃO PAULO"

Palavra de especialista
Não há problema em cuidar da alimentação e do planeta desde que a causa não se transforme em um fardo (ou você vire uma chata). Quem radicaliza demonstra uma cobrança interna intensa e desgastante – em geral, são indivíduos críticos, intolerantes, que sentem necessidade de se purificar e querem impor seus ideais de pureza aos outros. Mas a rigidez afasta os amigos e faz com que a própria pessoa vire um carrasco de si mesma.

Alerta
A crença de que se é dona da verdade pode ser tão prejudicial ao organismo e ao planeta quanto uma alimentação desregrada: é causa frequente de doenças psicossomáticas e divergências entre as pessoas. Experimente: conviver com quem pensa e se alimenta de forma diferente de você – como fez Ana Claudia. Isso permite uma socialização saudável e importante.

Fonte: Claudia

segunda-feira, 1 de junho de 2009

7 dicas que salvam seu estômago

Algumas atitudes simples na hora de preparar os alimentos podem livrar você de um desastre digestivo!

Molho de tomate
Muita gente usa açúcar para diminuir a acidez dos molhos. Porém, você pode recorrer a uma estratégia bem mais nutritiva: acrescente um pedaço de cenoura e outro de salsão enquanto o molho ferve.

Ovo frito
Em vez de usar muito óleo, use uma frigideira antiaderente com ½ colher (chá) de azeite.

Pimentão
Retire a pele, as sementes e a membrana branca. Essas partes contêm algumas substâncias que causam indigestão.

Cebola e alho
Para reduzir a ação deles no estômago, basta cortá-los ou moê-los somente na hora de usar. Quando você os corta com antecedência, eles começam a fermentar.

Berinjela e carnes
Para quem sente o peso desses alimentos com frequência, a grande dica é usar sempre o forno. A fritura prejudica a digestão - e assá-los é bem mais saudável.

Feijão e legumes
Alguns legumes e o feijão são grandes causadores da má digestão e de gases. Couve-flor, brócolis e cogumelos, por exemplo, possuem muitas fibras - é daí quem vem esse desagradável efeito colateral. O melhor é reduzir a quantidade deles na dieta e deixá-los de molho antes do cozimento.

Maionese
Mude as proporções de receitas que incluem maionese. Em vez de 100 g, por exemplo, use só 50 g. Complete a outra metade com iogurte natural.

Você sabia?
- Comida muito quente ou gelada atrapalha a digestão. Então, evite temperaturas extremas.
- A saliva ajuda a amolecer a comida e faz ela descer.
- Líquido demais dilata o estômago e prejudica a digestão. Tome, no máximo, meio copo d'água em temperatura normal.

Fonte: Mdemulher